quarta-feira, 29 de novembro de 2017

ESTÁGIO OBIGATÓRIO


Último semestre de curso da faculdade de Pedagogia UEMG, pólo Ubá. Mais uma vez pude vivenciar o estágio tendo  o privilégio de estar junto de excelentes profissionais.
Desenvolvi a atividade de regência com segurança, tranqüilidade e total apoio da professora que me acompanhou. É gratificante ver como amadureci durante do curso. Ter o reconhecimento dos profissionais com quem trabalhei e o carinho das crianças é algo que não dá pra explicar, tamanho é meu contentamento.
Chego ao final com a certeza de que a caminhada não é fácil, muitos desafios estão pela frente, mas também com a certeza que fiz meu melhor sempre e desejo continuar assim. 


Obs: Dessa vez não foram permitido fotos.

Lucilene Aparecida Souza Oliveira Teixeira.

terça-feira, 27 de junho de 2017

ATIVIDADE DE REGÊNCIA



Neste período foi nos pedido que realizássemos uma atividade de regência com a turma na qual estávamos realizando o estágio. Realizei com as crianças uma atividade física
Em fila indiana e com bolas as crianças brincaram de corrida das minhocas; foi trabalhado a noção de primeiro e último, agilidade, atenção e coordenação motora.  Com duas bolas e dois grupos de crianças, foi indicado no pátio um ponto de partida e um de chegada. Formei duas equipes com as crianças, sentadas no chão, em fila indiana (as minhocas). O primeiro jogador de cada “minhoca” recebeu  uma bola. Ao meu  sinal  deviam passá-la rapidamente ao colega de trás. - O último jogador, ao receber a bola, corria  para o inicio da fila, sentava-se e passava a bola novamente. - Se a bola escapava  e caía, a criança devolvia ao primeiro da fila para recomeçar.

Eles se divertiram e juntamente com a professora pudemos observar quais eram mais ágeis, menos ágeis e os que tem mais dificuldades de coordenação para serem melhor trabalhados pela professora nas próximas atividades.  






Lucilene Aparecida Souza  Oliveira Teixeira.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Uma paisagem e uma grande relação afetiva.


A paisagem selecionada para esse trabalho é o quarteirão onde moro há 20 anos. Essa parte do meu bairro passou por muitas mudanças ao longo desses anos, mas ainda preserva muita coisa daquele tempo. Moro neste lugar desde que me mudei com minha família do Rio de Janeiro em 1997. É uma extensão do Bairro Santa Bernadete que antes era apenas vegetação e tornou-se loteamento.
Na entrada dessa extensão há uma lagoa com nascente de água pura, que durante muitos desses anos foi deixada sem cuidados e estava quase secando, mas recentemente a secretaria de meio ambiente providenciou a preservação ambiental dessa área.
As ruas passaram do barro para o calçamento, e os números de casas só aumentam. Está ainda em crescimento, mas um crescimento que não está bem estruturado. Por ser uma área antes de grande vegetação possuía também muitas nascentes em outros pontos fora da lagoa, mas o desenvolvimento das construções sem as devidas fiscalizações acarretou a seca de muitas delas.
Nos fundos da minha casa antes passava um córrego com águas correntes e cristalinas proveniente das nascentes, hoje a terra está seca, a água que escorre agora é apenas a da chuva.
Embora tenha tido prejuízos para natureza muitas coisas boas acontecem aqui. Meu pai cultiva muitas coisas nos fundos de casa e fica feliz em poder fazer isso. Grande parte dos meus parentes mora aqui por perto, o lugar é tranqüilo sem agitação de trânsito intenso, as crianças brincam na rua todos os dias, algo bem escasso nos nossos dias.
Essa é minha paisagem escolhida de grande valor afetivo. Nela vivi minha adolescência, construí minha família e estou criando meus filhos. Muitos dizem que moro na roça, até de “grota” aqui é chamado por muitos, mas isso não importa, fico feliz e satisfeita, pois em meio a tanta correria do dia a dia ainda posso ter meus filhos brincando na rua com os amigos além de poder bater papo com os vizinhos no portão e receber sempre a visita de tucanos lindos no meu quintal.
Lucilene Ap. Souza  Oliveira Teixeira.

domingo, 26 de fevereiro de 2017

FICHAMENTO

Estou cursando o sexto período da faculdade de Pedagogia na UEMG. Nesse momento estamos começando a tratar sobre a produção do trabalho de conclusão que será um Artigo Científico. Temos aprendido sobre as etapas e normas e fomos orientados a falar sobre como tem sido o momento do fichamento para nós; como tem sido essa busca de pressupostos que nos ajudarão a traçar o caminho e servirão de base para desenvolver o trabalho.

Tenho feito meu fichamento a partir de artigos científicos já publicados em portais acadêmicos, como Scielo e Google acadêmico. Tenho buscado também e books no Google livros e colhido depoimentos de profissionais da educação. Tenho encontrado muito conteúdo relacionado ao tema que escolhi para meu trabalho “Relação aluno/professor: A importância do afeto no desenvolvimento e aprendizagem”, a princípio tenho selecionado 5 artigos e depoimentos de 3 profissionais da educação que se comprometeram em colaborar no que for preciso. Tenho feito muitas anotações que tem me ajudado muito, inclusive apresentarei o que considero um pré-projeto do meu artigo em uma atividade proposta pela disciplina que estamos cursando nesse período, o que será já uma oportunidade de correção e possíveis mudanças. A disciplina Pesquisa em Educação tem dado a oportunidade de esclarecer as dúvidas relacionadas a produção do artigo.
Esse tem sido um momento de grande tensão pra mim, pois considero muito difícil esse processo de construção; seguir as normas e conseguir seguir um raciocínio sem se perder.

Lucilene Aparecida Souza Oliveira Teixeira.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

MEMÓRIAS DA INFÂNCIA

Não tenho muita lembrança da minha infância, mas  me lembro bem de brincar bastante na rua; apesar de ter passado essa época da minha vida morando em uma cidade da baixada fluminense no Rio de Janeiro. Brincávamos muito de pique esconde,bandeirinha,futebol,queimada,pular elástico,andar de bicicleta e muito mais. Meu bairro tinha muitas crianças e sempre estávamos juntos, tempo bom!
Na escola me recordo das aulas de educação física, onde os professores ministravam a aula e depois nos deixavam a vontade para brincar, do parquinho onde sempre podíamos estar e da hora do recreio onde o lanche durava apenas alguns poucos minutos porque o que queríamos mesmo era brincar.  Não me recordo de um professor em especial que tenha marcado esse período. Sempre tive bons professores que desempenhavam seu papel com excelência.
Hoje em dia apesar das dificuldades que temos vivenciado fico feliz por meu filho e meus sobrinhos ainda poderem brincar na rua; se divertem muito e acham interessante quando digo que já brinquei das mesmas brincadeiras que eles brincam hoje como queimada, pique esconde  e bandeirinha, de vez em quando arrisco entrar no meio deles e eles acham o máximo!
Lucilene Ap Souza O Teixeira.